sexta-feira, março 17

Connosco para sempre!

Leading with someone's death it is not easy for anyone.
Sometimes people, by the context of the death itself, don't react very well and let themselves go down with the negative flow. But, because we are permanently in relation with everyone, there is so much (may be all) in our lifes of that life, that goes by. Their presence is still in our spirit living way and it will be as long as we let it come to share in our nowadays living way. There lifes will be forever alive and their death will die shortly. I will never be away from jumping, playing, laughing, dreaming, loving and living,.. because, inside of me, they jump, play, laugh, dream, love and live!

Não é fácil para nós, lidar com a morte de alguém. É algo que não podemos deixar de reconhecer e que, por vezes, interfere com a nossa vida, normalmente, pela negativa.
No entanto, existem inúmeras situações em que a morte de alguém é explorada em demasia pelas circunstâncias que a provocaram e, ou, por todo o contexto relacional que se gera à sua volta. Tal poderia ser evitado, pelo menos por respeito àquela vida que se "perdeu"...
Esta atitude, não só não traz nenhum benefício para quem vive de perto com a situação (e não quero entrar naquela de "isso não o vai trazer de volta") como também não dignifica todo o tempo em que pudemos partilhar da presença da sua vida.
Não creio ser necessário recorrer à vivência espiritual da fé para dar algum sentido a esta morte - se bem que ajuda e, acredito ser a única, que lhe dá sentido - mas parte da atitude de manter VIVa dentro de nós a sua presença.
Os momentos na vida de alguém e, por vezes, só os últimos, nunca deixarão de ser marcantes para quem com eles toma parte. Mesmo daquele que passa por nós na rua, que nunca vimos, mas que dois ou três segundos depois é apanhado por um carro e tem de ser internado de urgência ou até sem sobreviver... marca a nossa vida e torna-nos diferentes. Também o contacto com pessoas com quem lidamos dia a dia, relações de amizade, etc. vão moldando a nossa vida; umas vezes discretamente, mas outras de um modo tão intenso que deixarão a sua marca para sempre.
Elas estarão connosco para sempre. Mantendo-nos fieis a essa relação que existiu, a essa vida partilhada, estaremos a perpetuar a sua presença dentro de nós e junto dos outros; rindo como eles nos ensinaram a rir, olhando como eles nos procuravam no olhar, falando o que gostávamos de os ouvir falar...
Assim as suas vidas permanecerão vivas no nosso ser, quotidiano, e as sua mortes terão morrido pouco tempo depois de nos deixarem fisicamente.
Não deixarei de saltar, de brincar, de rir, de sonhar, de amar, de viver... pois eles, em mim, saltam, brincam, riem, sonham, amam e VIVem!

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