quinta-feira, fevereiro 16

Ainda o 14... de Fevereiro

Don't save to a time after what you can do now... unless you can save all your wishes in your subconscient... or you keep dreaming with the things that you should have done and you didn't...
On 14th night, I was listen to the radio and listened a music that I hadn't heard it for so, so long. I thought to write some words to search next day for the lyrics but, lazely, I didn't. Next day I didn't remember any single word. This morning I waked up with the music on my mind (melody and lyrics)... :)


Não guardes para depois o que podes fazer agora...
...a menos que guardes todos os teus desejos no subconsciente...
...ou passes a vida a sonhar com as coisas que devias ter feito e não fizeste...


No dia 14, ao princípio da noite, estava no carro a fazer zapping por algumas estações de rádio e, na da zona, ouvi uns acordes que mereciam um lugar de destaque na secção "Há que séculos que não ouvia isto" da RFM.

Acontece que já não ouvia esta música há anos mesmo e nunca como nessa noite tinha reparado na letra... como eu era quando era mais pequenino...

Deduzi que nunca mais (pelo menos nos próximos tempos...) teria a oportunidade de a ouvir novamente e ía apontar alguns trechos da letra para depois fazer uma pesquisa na net... A preguiça falou mais alto e confiei que pelo menos no "De que vale..." me iria lembrar e seria meio caminho andado para apanhar os resto da melodia...

"Pois sim... Tá queto..." Passei "montes" do dia de ontem a olhar para o google à espera que me lembrasse de alguma coisa e não saía nem melodia, nem letra, nem nada!
Paciência... Também não vem mal ao mundo por não me lembrar da música mas gostava de a recordar mais vezes...

Hoje de manhã, não sei se ainda a dormir ou se já acordado, trauteava mentalmente:

De que vale um protesto sem causa?
De que vale uma vírgula sem pausa?
De que vale um momento sem nunca o sentir?
De que vale uma ponte sem leito?
De que vale uma luta sem ter peito?
De que vale um abraço sem o repartir?

Quantas vezes parar não é desistir...
Só ficar a ouvir!
Quantas vezes esquecer não é pra fugir
Quantas vezes calar não é consentir...
Só parar pra ouvir!
Quantas vezes sorrir... (não é a fingir)!

De que vale o avesso sem direito?
De que vale o remédio sem efeito?
De que vale ter a força sem o arremesso?

De que vale a partida sem destino?
De que vale o ninar sem ter menino?
De que vale o final sem o começo?

'De que vale...?'
in
Canto do Vigário
Rui Rocha


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